32.º aniversário da AFPA

Vídeo promocional realizado no âmbito da comemoração do 32º aniversário desta associação.
Procura-se dar uma ideia da dinâmica desta Instituição, através de algumas imagens sugestivas de atividades e projetos concretizados no último ano.

Farmácia Central Ovar apoia a AFPA

A Farmácia Central de Ovar, lançou uma campanha no Facebook para apoiar a nossa associação, durante o mês de maio.

Com a pandemia de COVID-19, e na impossibilidade de ser realizada a “caminhada solidária” a favor desta associação, a Farmácia Central de Ovar lançou uma campanha humanitária para angariação de fundos, que decorreu durante o mês de maio.

Ao partilhar esta publicação nas redes sociais, qualquer pessoa poderia contribuir para ajudar a AFPA. Por cada partilha, a Farmácia Central de Ovar doaria 1€ à nossa instituição.

Esta campanha angariou 117 partilhas!

Ajude-nos a ajudá-los, partilhe a nossa publicação e já está a doar 1€ 🙏“.

Resta-nos agradecer à diretora-técnica, Dra. Maria José Coelho, a excelência de uma farmácia comunitária que também apoia a nossa causa.

Bem haja!

Faleceu o Sócio Fundador da AFPA

A Direção da AFPA lamenta informar o falecimento do seu Sócio Fundador, Sr. José Augusto Camboa da Silva.

O funeral realizou-se hoje, dia 28 maio, pelas 11 H, na Igreja Matriz e a nossa Associação fez-se representar pela sua atual presidente e secretária que, durante as cerimónias religiosas, cobriram a urna com a bandeira da fundação da associação. 

José Augusto Camboa da Silva foi um homem que pela sua luta, coragem e trabalho ao longo de mais de duas décadas, muito contribuiu, particularmente na área social e da saúde, para a qualidade de vida no concelho de Ovar e cujos beneficiários, assim como toda a Direção, jamais esquecerão.

A Direção da Associação Fraterna de Prevenção e Ajuda, e todos os seus colaboradores e amigos, apresentam à Família as mais profundas e sentidas condolências.

Covid-19 – a “cultura do descarte”

Sem os idosos não há futuro!

Um apelo traduzido em várias línguas e difundido internacionalmente exige a re-humanização das nossas sociedades. Não aos cuidados de saúde selectivos.

Na pandemia de covid-19, os idosos estão em perigo em toda a Europa como noutros países. O número dramático de mortes nos lares de idosos é arrepiante.

Muito precisará de ser revisto nos sistemas públicos de saúde e nas boas práticas necessárias para alcançar e tratar todos com eficácia e para superar a institucionalização. No entanto, estamos particularmente preocupados com as tristes histórias dos massacres de idosos nos lares. Tudo isso não teria acontecido se a ideia de que seja possível sacrificar as vidas deles em favor dos outros não tivesse ganhado força. É o que o Papa Francisco define como a “cultura do descarte”, que priva os idosos do direito de serem considerados pessoas, mas apenas um número e, nalguns casos, nem isso.

Em muitos países, diante da necessidade do tratamento, está a surgir um modelo perigoso que favorece um “serviço de saúde selectivo”, que considera a vida do idoso como residual. A maior vulnerabilidade deles, a idade avançada, as possíveis outras patologias das quais são portadores, justificariam uma forma de “escolha” em favor dos mais jovens e dos mais saudáveis.

Não é possível deixar a morrer a geração que lutou contra as ditaduras, trabalhou pela reconstrução após a guerra e construiu a Europa.

É hora de dedicar todos os recursos necessários para salvaguardar o maior número de vidas e humanizar o acesso aos cuidados para todos. O valor da vida permanece o mesmo para todos. Aqueles que depreciam a vida frágil e débil dos mais velhos estão a preparar-se para desvalorizá-las todas.

SEM OS IDOSOS NÃO HÁ FUTURO!

Ler a notícia na íntegra: https://www.publico.pt/2020/05/23/opiniao/opiniao/idosos-nao-ha-futuro-1917626?fbclid=IwAR1rY95j_urxikjYvLdHbl5UdPoZxnpxg2USzoQYQxknB85uK7MCm2Z0rs8

Idosos|Covid-19|Jornal Público|Coronavírus

Manual de emergência Covid-19

Este é um “manual de crise”, que tem como intuito dar conselhos e dicas práticas nesta situação em que nos encontramos, em que a ajuda de todos é crucial, independentemente da sua formação académica ou experiência profissional.

Trata-se de uma compilação de links, que levam a informações ou documentos,
que podem ser usados por qualquer pessoa e que permitem confirma e registar as tarefas que são realizadas, não só de forma a orientar, como também de registar
a sua realização.

Descarregue aqui o Manual

A Prime Senior é uma comunidade online onde toda a informação acerca do cuidar é partilhada por todas as pessoas idosas e cuidadores.

Qualquer dúvida deve ser enviada para geral@primesenior.com 

Gestão de Coronavírus em ERPI em Portugal

por JOSE IGNACIO MARTIN

Professor na Universidade de Aveiro e investigador em Desenvolvimento em Gerontologia | IDEG.PT apresenta uma compilação básica de medidas de gestão para o Coronavírus em contextos de ERPI (Estruturas Residenciais Para Pessoas Idosas) em Portugal.

Chama, sobretudo, a atenção a uma das medidas que é a Criação de Equipas Móveis, assim como medidas extremas de prevenção e de isolamento dos lares.

VIDEO 

PDF

Autismo, o que é?

O que é o Autismo?

O Autismo é uma perturbação do desenvolvimento global da criança, caracterizada pela presença simultânea de uma tríade de perturbações (tríade de Wing):

Défice na interacção social;
Défice da comunicação;
Défice da imaginação/capacidade simbólica (comportamentos, interesses e actividades repetitivas e estereotipias).

Apesar deste tronco comum de dificuldades, estas expressam-se em cada criança de forma diversa, tornando-se necessária uma observação cuidada para identificar as suas necessidades individuais, assim como áreas fortes. A forma e a intensidade com que cada uma destas áreas de dificuldade se expressam, resultam numa imensa variabilidade dentro do diagnóstico das Perturbações do Espectro do Autismo (PEA).

O Autismo manifesta-se precocemente, sendo possível, na maioria dos casos, estabelecer um diagnóstico entre os 18 e os 36 meses.
Um diagnóstico precoce e uma intervenção adequada são fundamentais para que se consiga um desenvolvimento mais harmonioso das crianças com autismo.

Quais os sinais do autismo?

Um diagnóstico seguro de Autismo é geralmente feito pelos 3 anos de idade. Aos 18 meses é já possível detectar nestas crianças um conjunto de características, cuja presença é um indicador bastante seguro de perturbação autística.
Sinais de Alarme
(A pesquisar na avaliação da criança aos 18 meses)
Isolamento – falta de interesse pela relação com os outros;
Ausência de jogos de imitação – dizer adeus; jogo do cu-cu …
Ausência do jogo do faz de conta – o brinquedo não é usado na sua função simbólica;
Ausência da atenção partilhada – não chama a atenção do outro para objectos ou acontecimentos, não mostra dói-doi e nem vai mostrar um brinquedo;
Ausência de apontar protodeclarativo – não usa o dedo para apontar no sentido de partilhar interesse/mostrar alguma coisa;
Apontar protoimperativo – usar o dedo para apontar mas com o objectivo de pedir/exigir algo. Pode estar presente.

Sinais inespecíficos mas preocupantes (que podem estar presentes desde o nascimento)

Até aos 18 meses:

Por vezes podem ocorrer:
Alterações alimentares (dificuldades de sucção, recusa do seio/biberão, anorexia e vómitos);
Alterações do sono (insónia);
Choro persistente (“bebé terrível”) ou ausência de choro (“bebé modelo”, especialmente se deixados sós);
Apatia (indiferença ao que rodeia);
Ausência de comportamentos de ligação:
Contacto visual (não comunicam pelo olhar – olhar fugidio e evitamento do olhar)
Não manifesta desejo de ser pegado ao colo (estender os braços e sorrir)
Não responde com um sorriso do outro;
Perturbações do tonus (é difícil pegar nestes bebés são rígidos ou moles, não se moldam ao corpo);
Não manifestam medo de estranhos (como acontece geralmente com bebés sem problemas pelos 6-8 meses);
Vocalizações muito pobres ou inexistentes;
Respostas inconsistentes aos sons (surdez aparente);
Movimentos estereotipados (balanceio do corpo, abanar a cabeça, posições bizarras não usuais noutras crianças);
Estes bebés parecem mais satisfeitos se deixados sós e mantendo o ambiente inalterado

Cada pessoa com Autismo tem a sua própria personalidade, sendo um individuo único.
As pessoas com autismo não constituem necessariamente um estereótipo, podendo revelarem-se muito diferentes umas das outras.

Retrieved 04 Mars 2020, from: https://www.appda-norte.org.pt/index.php/autismo/faq-s